Voilà, à sua vista um humilde veterano do poder vil trajado com vestisse de vítima e vilão pelas vicissitudes do destino. Esse semblante não é mero verniz de vaidade, é um vestígio de vox populli, agora vazia e esvaecida. Porém, essa valorosa visitação de uma vexação passada, se encontra vivificada e fez um voto de vencer os vermes venais e violentos, que se valem dos vícios e valorizam a violação violenta, depravada e moral da vontade.
O único veredicto é a vingança, a vendeta, tida como vontiva, não por vaidade, pois o valor e a veracidade de tal devem, um dia, vindicar o vigilante e o virtuoso. Verdade como essa, vívida verborragia, já se faz assaz verbosa. Permita que eu acrescente que é uma honra escrever-lhes.
(Trecho retirado – e adaptado – de uma fala da personagem ‘V’, do filme ‘V for Vendeta’).